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Diabetes atinge pelo menos 346 milhões de pessoas no mundo

Pelo menos 346 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem algum tipo de diabetes, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão alerta, entretanto, que o número pode dobrar até 2030, caso não haja intervenção no cenário global. Atualmente, quase 80% das mortes provocadas pela doença são registradas em países de média e baixa rendas.

No Dia Mundial contra o Diabetes, nesta quarta-feira, a OMS pede maior atenção para um problema cujas taxas de incidência estão aumentando em todo o planeta e também cobra dos governos ações para prevenir novos casos.

O diabetes é uma doença crônica provocada pelo mau funcionamento do pâncreas, que deixa de produzir insulina em quantidade suficiente ou quando o corpo não consegue efetivamente absorver  a insulina que produz, o que aumenta a concentração de glicose no sangue (hiperglicemia).

O diabetes tipo 1 se caracteriza pela ausência de produção de insulina. Os sintomas podem aparecer abruptamente e incluem excesso de excreção de urina, sede, fome constante, perda de peso, alterações na visão e fadiga.

O diabetes tipo 2 é provocado pelo uso ineficiente da insulina e geralmente resulta de excesso de peso e sedentarismo. Os sintomas podem ser similares aos do diabetes tipo 1, mas geralmente são menos marcantes. Por essa razão, muitos casos são diagnosticados em estágio mais avançado, quando as complicações já começam a aparecer. Até recentemente, a doença era identificada apenas em adultos, mas já há casos entre crianças.

O quadro de diabetes gestacional é resultado de hiperglicemia identificada pela primeira vez durante a gravidez. Os sintomas mais comuns são similares aos do diabetes tipo 2, embora esse tipo da doença seja geralmente identificado durante o pré-natal e não por meio de sintomas.

Fonte:| Jornal Correio do Brasil


Imagens que falam por si…(crise de valores)

A propósito do último artigo postado neste blogue (Geração à rasca ou crise de valores?), deixo-vos aqui algumas imagens para reflectirmos em conjunto.

É desta forma que o Artista Argentino, criador da banda desenha Mafalda, Quino, mostra a sua desilusão perante o rumo que a nossa sociedade tomou (O mundo hoje é globalizado, engana-se que pensar que o que afecta o outro mundo, não nos afectará também). Eu pessoalmente, estou na mesma linha de pensamento deste artista.

Délio Leite (Déy)

Ora vejam:

Pernas

Cérebro

Contacto Humano

Cultura

O próximo a quem deves amar

Ideais, Moral, Honestidade

DEUS

É importante que desde pequen0 aprendas como são as coisas


Geração à Rasca ou Crise de Valores???

A CULPA É DE TODOS NÓS

Este texto refere-se a situação que Portugal vive recentemente, mas serve de alerta a sociedade Cabo-verdiana em Geral. Se deres conta de alguma semelhança com a nossa (eu vi várias), é sinal que, se não mudarmos os nossos hábitos agora, este também será o nosso triste futuro.

“Mais vale cortar o mal pela raiz”.

“O Pior cego é aquele que teima em não querer ver”

Délio Leite


EIS O TEXTO:

Existe uma geração à rasca?

Existe mais do que uma! Certamente!

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.

Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.

Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)  vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor. Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos…), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,… A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca.

Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.

Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.

São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer “não”. É um “não” que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

– Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

– Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

– Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

– Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

– Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

– Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.

– Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

– Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

 

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?

Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos – e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas – ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.

Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.

A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.

Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.

Haverá mais triste prova do nosso falhanço?


AUTOR DESCONHECIDO


Escolha profissional…vocação? Dom? inclinação?

 

Profissões

Algumas de muitas profissões

Quase todos nós conhecemos ou já ouvimos falar de alguém que mudou ou pensa mudar de curso e isso está se tornando cada vez mais frequente. Eu mesma dei a minha contribuição no aumento dessa estatística.

Não se pode generalizar na análise deste fenómeno em crescimento, porque cada caso é um caso, mas posso expor aqui a minha experiência. No meu caso foi um misto de deslumbramento, falta de informação e preconceito. Deslumbramento pela medicina, pelo que ela é e pelo que representa; falta de informação por não saber ao certo o que fazia um profissional de medicina; e preconceito movido pela crença de que os melhores alunos devem escolher os melhores cursos, e por pensar que existem cursos que possam ser melhores em detrimento de outros.

A escolha profissional é algo que deve ser feita com muito cuidado e muita dedicação, pois não se está apenas escolhendo um curso para fazer em 4 ou 6 anos, mas sim está-se a escolher a profissão em que se vai trabalhar por toda a vida.

Quantos profissionais frustrados não devem existir na nossa Ribeira Grande? E qual não deve ser a falta que profissionais satisfeitos fazem ao nosso concelho? Pois, para quem gosta do que faz… o céu é o limite, e isso  só contribui e muito mais para o desenvolvimento.

Para você que está pensando em fazer a sua escolha profissional, não escolha pela beleza, pelo status ou pela estabilidade financeira (fazendo o que gosta, alcança com mais facilidade, tal estabilidade), pense também em suas habilidades, inclinações, gostos, dom e vocação.

Mas, como deve ser feita essa escolha?

Vocação (que vem do latim, vocare, e que quer dizer chamado), temos muitas, por isso, dentro das profissões que mais lhe atraem, tenta se informar melhor sobre cada uma, procure profissionais da área, visite os locais de trabalho, converse com estudantes da área e procure ver a grade curricular do curso. Estando em posse dessas informações, opte por aquela em que melhor se identificar.

E lembre-se: Gostar de matemática e física, não quer dizer que se possa ser engenheiro; Gostar de sangue e de cura, não quer dizer que se queira ser médico; ser bom a fazer massagem, não quer dizer que se possa ser bom fisioterapeuta.

Não sendo tão importante como o que disse anteriormente, mas, se quiser um reforço, pode acessar links a seguir e fazer um teste vocacional:

Teste vocacional 1

Teste Vocacional 2

Espero ter contribuído de alguma forma!

Wealth is good, Health is better, hapiness is Best!

Riqueza é boa, Saúde é melhor, felicidade é A melhor!

 

Rilda Leite (Estudante de Psicologia)

 

 


Crianças vêm, crianças copiam!

Pois é, o futuro do nosso habitat, está nas nossas mãos. O que nos reserva este futuro, é, em boa parte, fruto da educação que damos aos nossos filhos.

O video que se segue, exemplifica algumas (de muitas) situações em que isso acontece.

Se queremos o nosso habitat com pessoas menos violentas, menos problemáticas, menos muita coisa má, teremos que ser nós a dar o exemplo.

Há muitas situações em que a nossa mente egoísta (por vez intencional, mas nem sempre) pensa “ah, é só desta vez, ela não se vai lembrar”. Pois, aí está o grande erro, porque a criança tem a capacidade de memorizar muito superior ao adulto.

Quem não conhece a celebre frase “Burre grénd, en de prendê“?? (não é bem assim, mas está lá próximo), pois é, “burre piknin te prendê e depressa

Tirem as vossas conclusões:

 


Vais estudar fora de SA?

Vais estudar fora de Santo Antão?

Não conheces a sua próxima morada?

Tens algumas dúvidas por esclarecer?

Ainda não tens onde ficar?

Precisas de contactos de quem já lá está?

O que terás que levar de Cabo Verde?

Que instituições e associações deves contactar ao chegar na tua nova residência?

Qual o custo de vida médio da tua nova área de residência?

É neste sentido que foi criada esta Categoria, para auxiliar os estudantes do nosso concelho, aquando da sua deslocação a terras desconhecidas em busca do seu futuro.

Basicamente, dispomos aqui as informações necessárias e imprescindíveis a uma boa adaptação e consequente sucesso dos futuros quadros do concelho, informações essas bastante precárias na nossa Delegação (não culpabilizando ninguém, mas que são escassas… ah isso são).

Um bem haja àquelas que se disponibilizarem colaborar connosco.

Saudações,

Plurim