Category Archives: Boas Vindas

G-Rapperz apresenta album “Kastel d´Karta”

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O grupo de Rap  G-rapperz (Nigga Jó; Djô a.k.a Psico; Nigga Elzo; Oda a.k.a Fu2; Jandir a.k.a JM; Nigga Diu; Nigga Valde; Vander a.k.a Straten;  Isaias a.k.a Indzayz) fará a apresentação do Album Kastel d´Karta sabádo, dia 8 de Dezembro  no Cinema em Povoação.

A festa de apresentação  do novo  album ainda terá como convidado especial o grupo In The Air.  A animação da noite será  por conta do Dj Letra, Dj PeterDj Yof.


Escolhe o seu preferido

A FIFA  já elegeu os três finalistas a bola 2012: Cristiano Ronaldo, Messi e Inesta. E para você , quem é o melhor?


“Cosa d’Terra |Raquel Pinto”

A agência francesa de moda Oui Management Paris garantiu os serviços de Raquel Pinto, jovem cabo-verdiana,natural de Santo Antão. Raquel que até então era agenciada pela Elite Model, afirma que ”a mudança de agência está a surtir efeito, porque ganhou expressão na moda e, segundo pessoas deste ramo, a sua carreira está a evoluir muito rapidamente, o que é muito bom para uma modelo. Em Dezembro, ela virá para Cabo Verde passar o Natal com a sua família, mas regressa à França em Janeiro para desfiles de alta-costura e participar em fashion weeks (Noticias do Norte, 2012)”


Sábado é dia de “curtir” um som !


Gangnam Style para alegrar o seu sabado.


Boa Noticia: “Fundo de Capital de Risco vai contribuir para financiamento das PME cabo-verdianas – ADEI”

“Boas notícias é do que realmente precisamos!” (Jo Pan, 2012).

No outro dia o Sr. José de Oliveira (Jo Pan) fez um apelo à necessidade de “boas noticias” para promover o nosso país/ região.

Assim com ar de boa noticia, que infomamos que o presidente da Agência de Desenvolvimento Empresarial e Inovações (ADEI), Frantz Tavares “disse na passada quinta-feira na Praia que o fundo de capital de risco em fase de concepção, vai contribuir para o financiamento e crescimento das pequenas e médias empresas (PME) cabo-verdianas”.

Frantz Tavares, que falava numa conferência sobre o tema “Capital de risco: uma solução ao financiamento e crescimento das PME”, disse que este instrumento dotado de uma abordagem diferente do financiamento provido pela banca comercial, apresenta-se como parceiro de negócio.

O Fundo investe no capital da empresa e aporta expertise (capacidade de gestão) e networking, consistindo desta forma num factor de desenvolvimento e crescimento de negócio, explicou Frantz Tavares, justificando a vantagem da criação deste instrumento.

Dentre as vantagens, o fundo permite que as PME cabo-verdianas possam alavancar o seu financiamento através do crédito comercial com perfis de risco menores, diminuindo os custos do empréstimo.

“O capital de risco não exige garantias e está presente na empresa a fazer o acompanhamento. A banca tradicional não está presente e não apoia as empresas”, esclareceu Frantz Tavares, acrescentando que os oito bancos que estão em Cabo Verde não conseguem dar resposta a tudo, razão por que as empresas continuam a sentir dificuldades para financiar a sua actividade e o seu crescimento.

Estudos realizados pelo Fórum Económico Mundial, pela UNIDO (Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial) e várias outras organizações nacionais e internacionais vêm reiterando há vários anos que o acesso ao financiamento é uma das principais ameaças do ambiente de negócios.

“Isso manifesta-se na criação de empresas, dado que muitos projetos empreendedores não são financiados através da banca tradicional, mas também, várias micro, pequenas e médias empresas (MPME) sentem dificuldades de funding para financiar a expansão e crescimento do negócio”, explicou a ADEI.

Com a criação do Fundo prevê-se todos os anos a mobilização de cerca de 50 mil contos. Depois de cinco ou seis anos o fundo vai ter em média uma disponibilidade de financiamento à volta dos 300 mil contos, perspectivou Frantz Tavares.

“Com votos de uma boa notcia  esperamos que  o Fundo Capital de Risco se revigora em um  instrumento valioso para acelerar o processo Empreendedor”.

Fonte: Inforpress/ExpressodasIlhas


UMA BOA NOTÍCIA

“Em sociedades pequenas, como a nossa,uma notícia para se promover a BOA tem  que ser minimamente MÁ?”

 Há dias uma alta autoridade cabo-verdiana disse que o país está em estado de necessidade, falando de justiça. Mas para nós os comuns a maior necessidade é de Boas notícias venham elas de que sector vierem porque nem todos temos a capacidade (ou interesse) de as produzir e, muito menos, de as propagar. Em sítios pequenos interessamo-nos, não raras vezes, mais por um pedacinho de malvadeza do que por uma Boa notícia. Essa malvadeza é normalmene produzida por indivíduos cujos caminhos vão desembocar sempre nos mesmos lugarejos e que não ousam fazer a Travessia, preferindo ficar sempre à margem de si próprios. Isto é, es ‘nda podê saltá rebera. Muitas vezes somos nós que temos de ter compreensão e compaixão para com aqueles que transportam consigo pesadas heranças genéticas de foros vários e que elegem o Mal a determinados alvos, no meio dos quais podemos nos encontrar, como sua tábua de salvação e de realização. Não temos a pretensão de julgar ninguém, mas imaginamos como seria importante para o desenvolvimento de cada ilha se pudesse contar com tanta energia a concorrer para o Bem!

Aqueles que não ousam sair do buraco para compor uma Boa notícia de coisas boas e pensam que sujando a veste do próximo estão camuflando sua própria imundície que muitas vezes vem do ninho e para cuja remoção e limpeza nunca se esforçaram e, infelizmente, para a qual não possuimos qualquer terapia. Lamentamos nossa impotência na matéria mas, todavia, não podemos assistir impávidos que as próximas gerações bebam exemplos em sentimentos de fazer o Mal ou de o desejar ao próximo. Temos a responsabilidade e a obrigação de mostrar às crianças e à juventude que não há felicidade possível que seja criada sobre as cinzas da destruição. Torna-se primordial que lutemos contra certas alucinações de alguns que pretendem fazer de nós todos uns seres pequeninos à sua dimensão espiritual:

Lá na Escola, um professor que tenha o brio de se atualizar e de se qualificar, é alvo… na Universidade um colega professor que defenda com brilho a tese de doutoramento, é alvo… no Hospital um colega médico que regresse com uma especialidade, é alvo… no Quartel ou na Função Pública um colega recém-promovido, é alvo… entre os Empresários o atrevido que começar a dar nas vistas, é alvo… no local de trabalho o mais dedicado é pé di galo e, alvo… mas é alvo de quê? – De uma doença de características inferiores a que se convencionou chamar INVEJA e que se manifesta preferencialmente em sociedades pequenas e é muito utilizada, por frustrados, como filtro impeditivo às Boas notícias e a qualquer pretensão de desenvolvimento humano.

Talvez, isto faça parte da índole do ser humano que vive em pequenas aglomerações. Pode ir para larguezas do mundo, pode ultrapassar estudos superiores e acrescentar um Dr. ao nome próprio que do estigma da pequena vila não consegue libertar-se. É a vida… nossa…mas que não podemos eternizar.

Quantos de nós temos o bom senso de criticar aberta e civicamente, com ou sem razão do nosso lado, o desempenho de um superior hierárquico ou de um governante? Poucos, infelizmente! E sabe porquê? Porque, às claras,  não se consegue dizer tanta ruindade quanto é possível se for atrás de uns copos num botequim escondido ou então por detrás de cortinados e persianas ON LINE num fórum onde um único amigo de peito pode desdobrar-se em dezenas de pseudónimos. Isto é, não se pode construir uma notícia de Bom consumo. E, hoje, muito boa gente anda a fugir de opinar por escrito, com medo dos assaltos.A não ter o prazer de sair de casa, com medo dos assaltos. Que é isto? Vivamos a LIBERDADE que é coisa tão linda e tão sublime que alberga dentro de si os próprios inimigos. Só lhe é similar em gandiosidade, a casa de Deus – cabem todos!

E assim a Internet, que vem dando um precioso contributo para a libertação dos povos, nomeadamente com as primaveras árabes, entre outros inúmeros ganhos no domínio do conhecimento, surge em localidades pequenas como meio utilizado para tentativas de condicionar essa mesma LIBERDADE e perpetuar o obscurantismo para o deleite de uma ínfima minoria de sérios marginais. É para confirmar a regra de que toda a moeda tem duas faces. E, estou seguro, será esta mesma conquista científica que nos ajudará a pôr um ponto final à miserável violência doméstica em que esses mesmos amigos dedicados espancam as esposas, irmãs, filhas e tudo que se lhes apresente de mais frágeis, atrás das quatro paredes. O estilo é sempre o mesmo, às escondidas! E teimam em não crer que a história de um homem ou de uma comunidade é escrita todos os dias da sua vida, à luz do dia e aos olhos de todos. Nunca atrás de biombos!

E não vamos combatê-los? Ah, vamos, vamos! É a missão que se segue para a felicidade da nossa jovem Nação e da Humanidade no geral. Será um combate lento e suave que requer gerações e, para isso, teremos que transmitir os valores humanos às nossas crianças para que elas desenvolvam a consciência da alegria de viver em sociedade e não tenham medo de celebrar a vida, seja em que recanto for, para o desespero desse grupito de THUGS (com muito afecto). Não tenhamos receio, eles sempre existiram e sempre existirão; o que vem mudando ao longo dos tempos, são as armas à sua disposição. Os avanços da ciência e da tecnologia estão igualmente ao serviço do Bem e do Mal.

Não é a primeira vez que o dizemos e, é garantido, que nunca desistiremos de participar activamente na sociedade de que fazemos parte: felizmente existe uma reserva nacional, de Santo Antão à Brava, constituída pela juventude que nasceu já em país livre, e, por pessoas mais idosas que independentemente do partido em que militam ou militaram (isto é uma BOA notícia!), continuam a lutar por causas em que sempre acreditaram ser as mais consistentes  para o desenvolvimento das nossas ilhas e suas gentes, ou de qualquer sociedade humana. Poderíamos até aproveitar, daqui,  para agradecer de todo o coração os mimos que nossos queridos THUGS ON LINE (os Thugs sem rosto) nos remetem quando subscrevemos alguma crónica e dizer-lhes que tais mimos nos dão a convicção de estarmos a ser lidos, mesmo por eles, e nos retempera para novos combates. Como dizia, essa reserva nacional é a garantia de que nossas crianças vão continuar a preferir ter uma família como base de seu crescimento e amadurecimento num contexto de alegria (com muitas risadas…), aprendendo a construir Notícias Boas carregadas de sinal positivo para a maioria dos membros de cada comunidade deste país. Esta é mais uma Boa notícia!

Boas notícias é do que realmente precisamos! Ouvi dizer que após a actual crise internacional, o mundo tende a ficar menos desequilibrado – Boa notícia universal; Que a partir de 2013 os nossos órgãos de comunicação social (RTC sobretudo) vão passar a produzir vários programas de Humor e que o povo cabo-verdiano vai poder rir mais – Boa notícia a nível nacional;  E que, finalmente, o Governo resolveu iniciar a construção da estrada de Chã de Pedras (um dos vales mais populosos da Ribeira Grande) – Boa notícia local.

Uma informação de especial interesse é que vai-se abrir um curso ON LINE de Boas notícias e que os candidatos terão de preencher alguns requisitos, entre outros: 1) Não aproveitar seu próprio espelho na tentativa de criar uma imagem de qualquer amigo de peito; 2) Não ser carrancudo; 3) Não transportar, como contrabando, sentimento parecido com Ódio ou Inveja; 4) Ser natural de lugar pequeno; 5) Todos os outros que se depreendem dos números anteriores.

Construamos Boas notícias para podermos Crescer em ambiente saudável!

José  Oliveira ( Jo Pan).