Boa Noticia: “Fundo de Capital de Risco vai contribuir para financiamento das PME cabo-verdianas – ADEI”

“Boas notícias é do que realmente precisamos!” (Jo Pan, 2012).

No outro dia o Sr. José de Oliveira (Jo Pan) fez um apelo à necessidade de “boas noticias” para promover o nosso país/ região.

Assim com ar de boa noticia, que infomamos que o presidente da Agência de Desenvolvimento Empresarial e Inovações (ADEI), Frantz Tavares “disse na passada quinta-feira na Praia que o fundo de capital de risco em fase de concepção, vai contribuir para o financiamento e crescimento das pequenas e médias empresas (PME) cabo-verdianas”.

Frantz Tavares, que falava numa conferência sobre o tema “Capital de risco: uma solução ao financiamento e crescimento das PME”, disse que este instrumento dotado de uma abordagem diferente do financiamento provido pela banca comercial, apresenta-se como parceiro de negócio.

O Fundo investe no capital da empresa e aporta expertise (capacidade de gestão) e networking, consistindo desta forma num factor de desenvolvimento e crescimento de negócio, explicou Frantz Tavares, justificando a vantagem da criação deste instrumento.

Dentre as vantagens, o fundo permite que as PME cabo-verdianas possam alavancar o seu financiamento através do crédito comercial com perfis de risco menores, diminuindo os custos do empréstimo.

“O capital de risco não exige garantias e está presente na empresa a fazer o acompanhamento. A banca tradicional não está presente e não apoia as empresas”, esclareceu Frantz Tavares, acrescentando que os oito bancos que estão em Cabo Verde não conseguem dar resposta a tudo, razão por que as empresas continuam a sentir dificuldades para financiar a sua actividade e o seu crescimento.

Estudos realizados pelo Fórum Económico Mundial, pela UNIDO (Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial) e várias outras organizações nacionais e internacionais vêm reiterando há vários anos que o acesso ao financiamento é uma das principais ameaças do ambiente de negócios.

“Isso manifesta-se na criação de empresas, dado que muitos projetos empreendedores não são financiados através da banca tradicional, mas também, várias micro, pequenas e médias empresas (MPME) sentem dificuldades de funding para financiar a expansão e crescimento do negócio”, explicou a ADEI.

Com a criação do Fundo prevê-se todos os anos a mobilização de cerca de 50 mil contos. Depois de cinco ou seis anos o fundo vai ter em média uma disponibilidade de financiamento à volta dos 300 mil contos, perspectivou Frantz Tavares.

“Com votos de uma boa notcia  esperamos que  o Fundo Capital de Risco se revigora em um  instrumento valioso para acelerar o processo Empreendedor”.

Fonte: Inforpress/ExpressodasIlhas

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Criado para relembrar, reabilitar, recuperar, redescobrir o nosso concelho da Ribeira Grande, Ilha da Santo Antão, Cabo Verde, este blogue terá como propósito enobrecer, por mérito próprio, aquele que nos viu nascer, crescer e tornar em mais um valor nacional, reconhecidos por prós, ignorados por contras. "Quanto maiores são as dificuldades a vencer, maior será a glória." Ver todos os artigos de plurim

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