Monthly Archives: Abril 2011

ROSARIENSE CAMPEÃO SA NORTE 2011

ROSARIENSE CAMPEÃO regional de Santo Antão Norte 2011


Quer compreender a “crise”???

Caros Ribeiragrandenses, Santantonenses, Cabo-verdianos, Cidadãos do mundo!

Para os menos atentos ou mais acomodados, aconselho-vos vivamente estas pequenas explicações em video!

Para os que viram alguma semelhança com a suas vidas, aconselho-vos a mudarem de estratégia enquanto é tempo!

Para os que pensam como eu (A crise nunca chegará em mim, porque valorizo o amor ao próximo, a minha família, o afecto, o carinho, o companheirismo, a paixão, a amizade…), aconselho-vos a ajudarem o outro a pensar e agir da mesma forma!

Não deixe esta felicidade só para ti. COMPARTILHE!

QUER SAIR DA CRISE??? JOGA A GRAVATA FORA E VÁ SER FELIZ… SIMPLES!

Délio Leite (Déy)


Imagens que falam por si…(crise de valores)

A propósito do último artigo postado neste blogue (Geração à rasca ou crise de valores?), deixo-vos aqui algumas imagens para reflectirmos em conjunto.

É desta forma que o Artista Argentino, criador da banda desenha Mafalda, Quino, mostra a sua desilusão perante o rumo que a nossa sociedade tomou (O mundo hoje é globalizado, engana-se que pensar que o que afecta o outro mundo, não nos afectará também). Eu pessoalmente, estou na mesma linha de pensamento deste artista.

Délio Leite (Déy)

Ora vejam:

Pernas

Cérebro

Contacto Humano

Cultura

O próximo a quem deves amar

Ideais, Moral, Honestidade

DEUS

É importante que desde pequen0 aprendas como são as coisas


Geração à Rasca ou Crise de Valores???

A CULPA É DE TODOS NÓS

Este texto refere-se a situação que Portugal vive recentemente, mas serve de alerta a sociedade Cabo-verdiana em Geral. Se deres conta de alguma semelhança com a nossa (eu vi várias), é sinal que, se não mudarmos os nossos hábitos agora, este também será o nosso triste futuro.

“Mais vale cortar o mal pela raiz”.

“O Pior cego é aquele que teima em não querer ver”

Délio Leite


EIS O TEXTO:

Existe uma geração à rasca?

Existe mais do que uma! Certamente!

Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.

Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.

Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)  vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor. Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos…), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.

Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego,… A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca.

Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.

Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.

São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer “não”. É um “não” que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

– Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

– Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.

– Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.

– Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.

– Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.

– Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.

– Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.

– Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

 

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?

Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).

Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos – e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas – ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.

Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.

Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.

A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.

Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.

Haverá mais triste prova do nosso falhanço?


AUTOR DESCONHECIDO


10.000 visitantes em 76 dias – PLURIM

O Plurim está deveras de parabéns.

Eram 12h15 minutos  deste domingo, 10 de Abril de 2011, quando recebemos o visitante número 10.000 (dez mil).

Isto tudo aconteceu 76 dias (2 meses e meio) apôs o lançamento do blog, no dia 25 de Janeiro de 2011, quando decidimos arranjar mais uma forma de mostrar a nossa inquietude perante vários acontecimento no nosso concelho, nomeadamente a falta de informação não deturpada, falta de transparência, falta de oportunidades, falta de esclarecimento, falta do espírito solidário, falta de notícias do nosso concelho para a Diáspora, enfim, carência em todos os sentidos.

Pelo número de visitantes, em tão pouco tempo, confirmamos o que já era quase certo:

NÃO SOMOS SÓ NÓS QUEM ESTAMOS DESCONTENTES.

Para quem acredita nesta iniciativa (desde já um agradecimento especial às palavras de apreço e aos comentaristas em geral), continuem a divulgar este espaço, pois, quanto mais  pessoas o lerem diariamente, mais as nossas vozes se farão ouvir, mais exigentes nos tornamos, mais sérios ficam os nossos dirigentes (não digo que não o são, mas sim, que precisam ser mais sérios)  e consequentemente alcançaremos um maior desenvolvimento, em vários aspectos.

Como divulgar o blog:

– Subscreva o blog e receba todas as novidades no teu email logo após a publicação de novos artigos. Encontra-se na barra lateral direita, onde diz: “Nuvidéd na bô Email? Subscreva este blog” e seguir as indicações.

– Clique em “gosto“, o botão do facebook. Será automaticamente publicado no seu “mural”!

– Copie o Link do artigo que queira divulgar, cole no seu “mural” do facebook ou envie no msn!

– Clique no “Tweet” e divulgue no seu Twitter!

– Clique em “Email” e envie para um amigo!

– Passe a palavra!

– Sugira-nos novas abordagens através do espaço “sugestões” localizado na barra superior do blog!

– Tens um Artigo que querias ver publicado no PLURIM? Envie-nos um email (ver em “contactos“)! Responderemos com a máxima brevidade possível.

SE ACREDITAM NO NOSSO TRABALHO, NÃO DEIXEM MORRER ESTA INICIATIVA. RIBEIRA GRANDE AGRADECE!

 


O lixo e os sobreviventes de Lombo Branco…

 

Borbóxe - Lombo Branco - Ribeira Grande

A propósito de sustentabilidade, ecologia, reciclagem, referidos neste artigo, vejam um dos melhores exemplos no mundo em relação ao tratamento do lixo e consequente melhoria da saúde pública.

Ali, puro e simplismente, preocupam-se com o próximo.

E nós, faremos o mesmo quando (Preocupar com o outro)?

Para quando uma solução para o lixo em “borbóxe” que maltrata a saúde das pessoas de Lombo Branco?

E os estudos que fizeram, não contemplavam solidariedade Humana? Pois devia!

 

Não pessoal, não pedimos um sistema idêntico à este que vão ver no vídeo… Não! Apenas pedimos um pequenina mostra de preocupação para os demais que vivem e convivem connosco diariamente no nosso habitat. SERÁ PEDIR MUITO?

Egoísmo é feio. Muito feio.

Eis o exemplo:

Délio Leite


Falando em Inovação…

Pois é, falando em inovação (neste artigo), eis um exemplo.

O Atelier-mar, instaurou um projecto inovador em Santo Antão – Ribeira da Torre.

Confira aqui neste video da RTC e perceba onde quisemos chegar com o artigo anterior:

Vodpod videos no longer available.